Revista 19 / Junho 1999

Revista 19 / Junho 1999

Adeus ao leite em latão

Avalie este item
(0 votos)

O ano de 2002 promete ser um divisor de águas para o mercado leiteiro. É que desde junho do ano passado encontra-se em plena disseminação o Programa de Modernização do Setor Produtivo de Leite e Derivados, que proibirá o transporte do leite nos tradicionais latões da fazenda às indústrias de beneficiamento.

Um rebanho de 500 cabeças e alguns dos melhores animais do Gir Leiteiro nacional. Essa é a atual característica da Fazenda Brasília, de propriedade de Rubens Resende Peres, um entusiasta da raça, que encontrou no trabalho de seleção sua filosofia de trabalho com o gado.

Antes de tudo, profissionalismo

Avalie este item
(0 votos)

A seriedade com que desenvolve suas atividades consagrou a Associação Brasileira dos Criadores de Gir Leiteiro – ABCGL – como uma das entidades de maior sucesso da pecuária leiteira. Atuando para o interesse se seus 42 associados, que detêm um plantel de aproximadamente 2.000 cabeças, consagrou-se por seu profissionalismo nas diretrizes que vem traçando para essa raça zebuína.

O que é cancro cítrico

Avalie este item
(0 votos)

A doença surgiu em Presidente Prudente, no interior de São Paulo, em 1957, possivelmente com a introdução de material vegetal contaminado da Ásia. Hoje, a doença é endêmica naquele continente.

A estação de monta aproxima-se. E entre junho e outubro, o mercado de inseminação artificial, com a venda de sêmen, e o de monta natural, com a comercialização de tourinhos, vão enfrentar-se mais uma vez. A Associação Brasileira de Inseminação Artificial (Asbia) mostra-se confiante e aposta no crescimento de mercado, em taxas médias entre, 12% e 15%. Já os criadores não respondem à expectativa para este ano com consenso.

Marchador quer fama de “esportista”!

Avalie este item
(0 votos)

Depois de quase seis anos de trabalho itinerante, a Escola de Marcha e Adestramento (EMA), que já formou mais de 1.300 pessoas, ganhou em abril, sede fixa, na cidade de Confins (MG). Um antigo sonho da Associação Brasileira dos Criadores de Cavalo Mangalarga Marchador, que, na prática, é mais um importante apoio para disseminação da raça, do aperfeiçoamento de técnicas e da maior utilização dos animais nos campos, enduros, hipismo, cavalgadas etc.

A globalização atinge maior número de segmento do que se imagina. Áreas como informática, telecomunicações e moda, em que as novidades são absorvidas com extrema rapidez, ganham a companhia de alimentos cultivados de forma orgânica, ou seja, sem uso de agrotóxicos. Considerado até alguns anos a atrás como modismo ou alimentação de uma minoria da população, os produtos com cultivo orgânico saltam das feiras específicas e das lojas alternativas para as gôndolas dos grandes supermercados e invadem, embora ainda de maneira incipiente, outros países.

Ademerval Garcia, presidente do Fundecitrus e da Associação Brasileira dos Exportadores de Cítricos (Abecitrus), afirma que a produtividade dos pomares brasileiros alcança 2.4 caixa por pé, enquanto nos Estados Unidos, um dos grandes produtores mundiais, a produtividade sobe para 3.5 caixa por pé. Sabe-se também que a produção norte-americana resulta grande parte dos pomares irrigados, o que não acontece no Brasil.

Riscos a biodiversidade serão avaliados

Avalie este item
(0 votos)

Presidente da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança-CTNBio, Luiz Antônio Barreto de Castro, garante que sempre que um transgênico é analisado está embutida a preocupação de que este produto, uma vez em uso comercial, não prejudique a biodiversidade. “O Brasil, aliás, não tem tantos problemas como os países onde se localizam os centros de origem das espécies.

Desde maio, o Fundo Paulista de Defesa da Citricultura (Fundecitrus), entidade que reúne produtores de laranja e fabricantes, e a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo (SAA) praticam a inspeção e varredura de 150 milhões de pés de laranja no Estado de São Paulo. A medida visa o combate do cancro cítrico, doença que impede à planta manter a produtividade normal.

Zebu tem seu lugar no leite!

Avalie este item
(0 votos)

Na região do oeste de Minas Gerais, mais precisamente no município de Arcos, o Gir Leiteiro conta com um defensor nato. Pra começar, diz que zebu leiteiro é a melhor opção tanto para o produtor quanto para o consumidor. “Isso porque trata-se da produção do leite ecológico, a pasto, que não precisa de substâncias, como os antibióticos”, justifica esse tradicional criador da raça, dono da Fazenda Calciolândia, Gabriel Donato de Andrade.