Revista 07 / Maio 1998

Revista 07 / Maio 1998

Angus - a vez das britânicas!

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A avaliação que as principais centrais de inseminação fazem do mercado pecuário brasileiro centraliza-se no fato de que, a partir do Plano Real, houve uma mudança no perfil do criador, que transformou-se em um investidor preocupado com a produtividade. Dentro desse quadro, não só o cruzamento industrial teve um aumento entre seus adeptos como também, quatro fatores estão sendo levados a sério para o desenvolvimento da atividade: alimentação, manejo, genética e administração.

Foi possível aos criatórios daqui, durante essa época, adquirirem os melhores reprodutores árabes americanos a preços baixos e em grande quantidade e, com uma estratégica visão de mercado, passou a ser um fornecedor de animais para os Estados Unidos. 

Numa resposta a essa promessa, o presidente da Fetaesp – Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Estado de São Paulo, Vidor Jorge Faita, assegura que uma safra com esse volume “pode ser colhida já, de imediato. Existe estrutura, a agricultura brasileira tem condições, é só dar garantias, porque sem elas ninguém vai plantar”. 

No setor, ao contrário da média anual de empregos recuperou cerca de 10%, alcançando 22.663 empregados trabalhando nas principais indústrias instaladas no país. A produção em 97 foi de R$ 3,34 bilhões, para um consumo aparentemente de R$ 3,24 bilhões. Nas exportações, os dados não são menos animadores, movimentando um total de R$ 217 milhões, contra R$ 107 milhões em importações, o que representa superávit da ordem de R$ 110 milhões. 

Procurar todas as alternativas viáveis para aumentar a produtividade do rebanho é a eterna função do pecuarista. Várias são as opções dispostas no mercado e, a escolha por utilizar algumas delas em conjunto, pode ser o grande diferencial do plantel. 

A Blonde veio para ficar!

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A razão desse enorme potencial de desenvolvimento está na excelente combinação que produz quando “cruzada” com raças zebuínas, principalmente, Nelore e a extraordinária capacidade da raça Blonde D’Alquitaine. Do ponto de vista científico, a Blonde desde muitas gerações vem sendo selecionada para um animal especializado no desenvolvido estrutural e muscular, com a transformação rápida da alimentação em carne de qualidade e, na origem sempre foi selecionada dando-se muita importância à precocidade sexual, fertilidade dos animais. 

Parasitas - controle evita infestações

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Em algumas regiões do país, a incidência de carrapatos e outros ectoparasitas quase chega a tornar a atividade pecuária inviável, tamanho é o estrago que pode fazer tanto na produção de leite como na de carne.

Segundo a proprietária, o sítio, localizado em Santo Antônio da Alegria, SP, mantém 71 vacas em sistema de confinamento e produz toda silagem de milho consumida (400 ton), em uma área total de 12,1 ha.

Produto que rendo o dobro do milho com 50% mais proteínas, o girassol surge como uma opção viável para a alimentação do gado, de corte ou de leite.