Revista 02 / Out/Nov 1997

Revista 02 / Out/Nov 1997

Genética

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Com sua pecuária de seleção em franca expansão, o Brasil consome uma enorme fatia do mercado mundial de animais, sêmen embriões, configurando-se, hoje, no melhor mercado do mundo para venda de genética, tanto de bovinos leiteiros, como animais de corte. As principais empresas do setor não param de investir no país e, mesmo quem estava sofrendo com as barreiras impostas aos produtos de origem européia estão encontrando saídas para não perder seu espaço. 

O boi na linha de produção!

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Desde a clonagem da ovelha Dolly e do bezerro Gene, muito já se falou sobre o assunto. Nessas discussões parece que o consenso entre criadores e interessados é que a prática desse sistema em animais será um valioso instrumentos para a seleção genética. Sobre o tema, uma indagação interessante é: como o mercado da seleção de bovinos se comportaria caso essa prática vi-es-se a tornar corriqueira, sendo utiliza em qualquer fazenda de gado de seleção?

Carne de vitelo ganha espaço no mercado

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Participar do mercado brasileiro e resolver um antigo problema dos produtores de leite foram os principais motivos que levaram a Cooperativa Languiru do município de Teutônia/RS, localizada no Vale do Rio Taquari, a iniciar um programa pioneiro no País; a de engorda de terneiros holandeses, os chamados vitelos. 

Para desenvolver um programa de cruzamento industrial em qualquer região do País, o pecuarista tem que decidir primeiro se o emprego de touros a campo é condição fundamental para viabilizar o negócio. Em caso positivo, ele terá que encontrar meios para aproveitar animais precoces que apresentam boa dose de rusticidade. Ao contrário do que muita gente pensa, esse critério não elimina as raças europeias. Muitas delas reune características que permitem o uso na reprodução a pasto sem grandes exigências de manejo. As raças de origem italiana, por exemplo, aparecem como umas das que mais se enquadram nesse perfil.

Otimismo é grande para a safra 97/98

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O mercado e principalmente os preços, no melhor adubo da agricultura, se mostram favoráveis e estimulam o plantio da safra 97/98, que está sendo apontada como recorde pelo governo. Otimista, o ministro Arlindo Porto prevê uma colheita de 84 milhões de toneladas de grãos, com um crescimento de 7% sobre as 79 milhões/t colhidas anteriormente.

Para quem está querendo vender ou comprar fazenda, vale por cabeça: A terra deixou de ser aplicação financeira para valer apenas o que ela produz. Este é o conselho dos principais agente do mercado de terras das principais regiões agropecuárias do País. Todos concordam que parece ser o fim da propriedade rural para especulação imobiliária e, quem sabe, o início de tempos, onde investimentos na produtividade, exploração intensiva e preservação ambiental, façam a diferença. Os negócios de compra e venda de terras estão em banho-maria. Há oferta em demasia e pouca procura. Contudo, isto não quer dizer parado. Só que os preços caíram e novas referências estão surgindo. 

Com o lucro e o queijo nas mãos

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A maioria dos produtores de leite costumam se queixar da rentabilidade desse mercado. Reclamam dos custos dos insumos e dos valores recebidos pelo litro do leite produzido in natura. Quando não são dependentes exclusivamente dos grandes laticínios para comercializar sua produção - recebendo pelo litro o valor pago por essas empresas sem negociação -, conseguem vender o litro de leite pelo preço máximo de R$ 0,35.