Revista 53 / Maio 2002

Revista 53 / Maio 2002

Na esteira da estrutiocultura, uma série de outras atividades comerciais começam a se viabilizar, em função das próprias necessidades geradas pela criação de avestruzes e também das inúmeras possibilidades de exploração comercial de uma gama de produtos gerados por esse negócio. 

CAFÉ 1 - A ESPERA DE MAIOR RENTABILIDADE

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O Brasil prepara-se para colher a provável segunda maior safra de café da história. A produção estimada em torno de 40 milhões de sacas de 60 quilos, supera a marca da safra passada, 28,1 milhões de sacas. O cenário, porém, não se mostra muito otimista, já que os preços do café revelam-se em baixa. 

No início da década de 90, o mercado internacional conhecia o Brasil como grande produtor mundial de café. Isso não chega a surpreender, pois desde meados do século XIX o País possui essa condição hegemônia, apesar de grande parte do volume colocado em ofertas ser classificado como de “baixa qualidade”. 

Grande entusiasta da estrutiocultura, o diretor da Avestruz do Pantanal. Flávio Pinheiros dos Santos, disposto a facilitar o trabalho de criação, mas ao mesmo tempo, garantir toda a infraestrutura necessária para o bom funcionamento da atividade, encontrou num projeto especial, desenvolvido em 1997 a solução para suas necessidades. Com a adaptação de

Atrair novos criadores para aumentar a produção de animais para abate não é mais a única preocupação dos estrutiocultores. Com o início dos abates em série, é chegado o momento de popularizar o consumo da carne e criar novos canais de comercialização para os produtos derivados do avestruz. 

A 2º Exposição Nacional de Avestruzes e o 2º Leilão ACAB acontecem durante a FEICORTE, entre os dias 5 a 9 de junho, no Parque de Exposições Imigrantes, em São Paulo. A idéia da ACAB (Associação dos Criadores de Avestruzes do Brasil), organizadora dos eventos, é mostrar como funciona a cadeia produtiva do avestruz para o público selecionado que costuma

O departamento de sementes, mudas e matrizes da Cati – Coordenadoria de Assistência Técnica Integral sempre teve grande destaque com a produção e comercialização de sementes de algodão. Já foi o único autorizado no estado de São Paulo a vender essa semente. Com o fim do monopólio, essa área começou a investir em outras variedades, principalmente

“O segmento começa a ter reestruturação e busca o profissionalismo, exatamente o que não existia no início da criação de avestruzes no Brasil”. A afirmação é de Celso da costa Carrer, presidente da Associação dos Criadores de Avestruzes no Brasil (ACAB). Naqueles anos, as empresas visavam lucro em prazo rápido, o que dava margem a entrada de agentes