Revista 39 / Março 2001

Revista 39 / Março 2001

A empresa já vem atuando no Rio Grande do Sul há quase uma década, colaborando na formação de plantéis, principalmente de gado Limousin, como a Agropecuária Maragogipe, de Wilson Brochman, Agropecuária Fortaleza, de Carlos Wallauer, Agropecuária Osório, de Luiz Felipe de Paula Osório, DD Ranch, de Fernando J. Picoral, de Vilson Ferreto e ainda os plantéis Angus de Lauro jardim e César Thofem.

O levantamento irá atingir 10% dos talhões (blocos de árvores) existentes no Estado de São Paulo e Sul do Triângulo Mineiro, sorteados de acordo com a variedade, idade e região onde se encontram. O trabalho levará dois meses para ser concluída. Mais de 10 milhões de árvores serão inspecionadas por 400 pessoas.

Genética á disposição do criador

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As perspectivas para os leilões do Limousin neste ano são animadores. Os negócios crescem a cada ano e, durante 2000, a raça colocou-se muito bem, Garante Paulo Horto, diretor-presidente da Programa Leilões.

A base agrícola da cadeia produtiva ocupa 2 milhões de hectares, gera 4 milhões de empregos e estatísticas recentes estimam a produção em 33 milhões de toneladas. Na média geral, a fruticultura rende R$ 25 mil/há e ocupa seis meses por hectare. 

Com seguida importações, feitas com muito critério, e a entrada de empresários de peso na raça fizeram com que o gado de origem francesa alcançasse num espaço curto de tempo um desenvolvimento genético fantástico, capaz de lhe conferir um preço médio por animal negociado que chega a multiplicar por dois a média da maioria das raças vendidas no país, performance que se torna ainda mais expressiva levando-se em conta a raça é uma das mais vendidas, no país.

Em 1991, o Brasil possuía 100 criadores de Limousin PO. Nove anos depois, o número saltou para aproximadamente 600 criadores. Isso significa crescimento de 530% em uma década. Os números entusiasmam Luiz Meneghel Neto, que hesita em assegurar a consolidação da raça. As afirmações têm peso.