Revista 41 / Maio 2001

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Afinal, a ALCA vai ser boa para quem?

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No Brasil, as opiniões não menos divergentes e há estudos mostrando que alguns setores – sobretudo o petroquímico – seriam seriamente prejudicados pelo sistema principalmente se o funcionamento, previsto para iniciar em 2005,for acelerado ou antecipado, como propõem os Estados Unidos. Na área de agropecuário, o clima é o que demonstra o presidente da sociedade Rural Brasileiro (SRB), Luiz Suplicy Hafers, ao assinalar que a Alca representa a oportunidade de um livre comércio.

Afinal, da ave é possível aproveitar a carne, o couro, os ovos e as penas. O mercado externo registra preços sedutores para esses produtos. Mas é preciso preparar o mercado consumidor brasileiro, garante Maurício Lupifieri Júnior. Ele, o irmão Hélio e o pai Lupifieri, são proprietários e diretores da Fazenda Aravestruz, em Araçatuba, interior de São Paulo, onde criam 2,5 mil aves, das quais 800 regime da hospedagem, e comercializam filhotes.

Mercado brasileiro absorve importação

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Ainda é possível aproveitar o couro e as penas dos animais. A opinião é de Edgard Afonso, gerente de vendas da Euroavestruz S.L. Import, especializada na importação e comercialização das aves no Brasil. 

Novo conceito na criação de filhotes

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A criação de filhotes de avestruzes de 0 a 3 meses, tem se demonstrando muito complicada para a maioria dos criadores no Brasil. Muitos são os que reclamam de alta taxa de mortalidade dos filhotes, que podem variar de 30 a 560. Esta é uma questão multifatorial, com origens desde fatores climáticos ao baixo conhecimento técnico no manejo de avestruzes, por parte dos criadores.

O Programa Qualitas, como é chamado, que já recebeu investimentos de cerca de R$ 350 mil até o momento, pretende buscar a certificação destas fazendas com o selo Isso 14000 que é o destinado a questão ambiental, afirma Alessandro de Caprio, diretor do núcleo de zootecnia e um dos responsáveis pelo programa.

Gradativamente, estão sendo discutidas as soluções, através de inúmeras discussões entre a ACAB, junto ás autoridades dos Órgãos Regulamentadores – Ministério da Agricultura e do Abastecimento (MAA) e do Meio Ambiente (MMA), através do IBAMA – além dos agentes que conformam a avicultura industrial, representados pela União Brasileira de Avicultura (UBA).

Uma parceria para render muitos frutos

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A criação de avestruz no Haras Capim Fino, tradicional criador de cavalo Árabe, só foi possível porque o atual administrador da Avestruz e Companhia, Giovanni Costa, conseguiu provar ao dono do Haras, Paulo Levy, o Polé, que o potencial de mercado interno e externo, era muito grande. E segundo Giovani, porque o Polé é uma pessoa que gosta de criações.