Revista 130 / Dezembro 2008

Revista 130 / Dezembro 2008

Crise financeira - leve impacto

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Setor em forte expansão freia investimentos futuros, mas mantém grandes construções em andamento. Entre diversos setores do agronegócio o sucroenergético deve ser um dos menos afetados. Casos específicos de usinas que faliram é resultado de problemas financeiros antigos que em detrimento da crise do crédito tiveram a situação agravada. 

Crise financeira - quem quer dinheiro?

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As instituições financeiras afirmam que garantem crédito e renegociação de dívidas em meio ao turbilhão da crise mundial. A aposta dos bancos é o Brasil sobressair-se da situação. A crise financeira que abala o mercado norte-americano terá pouca influência sobre o agronegócio brasileiro. É o que acreditam alguns analistas de crédito. 

Crise financeira - há razão para temer?

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Responsável pelo superávit da balança comercial brasileira, o agronegócio enfrentou em 2005, uma das piores crises. Estiagem, juros altos, falta de garantia aos preços mínimos, queda do dólar e a aftosa, agravaram a situação da renda, produção e de produtividade do setor.

Sucroenergia - movida à cana

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Usinas investem em produção de energia elétrica a partir do bagaço da cana. A atividade deve ser a segunda, em valor, superando o açúcar. Um novo cenário começa a aparecer nas usinas de cana-de-açúcar brasileiras. Cada vez mais a energia elétrica entra como fonte de renda proveniente da queima do bagaço e da palha.

Crise financeira - campo minado

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No início da crise financeira mundial, muitos palpites sugeriam que o Brasil seria uma ilha e não sofreríamos conseqüências. Quando o brasileiro passou a perceber que a afirmação não se sustentava, passaram a dizer que o agronegócio não seria afetado já que a alimentação é a última despesa a ser cortada. E por último, tentaram levantar a bandeira de que a agricultura seria o último setor a sentir os efeitos da crise, porque os ciclos do setor são longos.

História - uma árvore muitos frutos

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Sessenta anos separam a chegada de um grupo de imigrantes japoneses, sem dinheiro, sem sorte, mas com muita esperança e vontade de trabalhar, e a consolidação de uma das maiores empresas brasileiras que atuam no agronegócio. Matsu, em japonês, significa pinheiro. Mais precisamente, uma espécie de pinheiro muito comum por lá. 

Todos os indicadores econômicos apontavam para que o Brasil, em outubro de 2005, se consolidasse como forte produtor e exportador de lácteos, mas a alta taxa de juros, o câmbio desfavorável, distorções na cadeia produtiva do leite e as tímidas presenças governamentais – que dão apoio à comercialização – levaram o segmento à nova crise.

Crise financeira - é a vez dos pequenos

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O saldo de produção de máquinas agrícolas não poderia ter sido melhor. No comparativo de 2007 e 2008, entre os meses de janeiro a outubro, o crescimento foi de 31,4%, de acordo com dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Embrapa cria centro de nanotecnologia aplicada, a ciência que podem revolucionar a agricultura brasileira. Quando se pensa nos benefícios trazidos pelas pesquisas desenvolvidas pela Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária) logo se imagina o produtor rural no campo, colhendo mais em uma mesma área.

Crise financeira - boi sofre menos

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Em termos de exportação, o País ainda respira aliviado, pelo menos com os números de outubro, com a totalização de US$ 6,662 bilhões que representa um crescimento de 9,8% sobre o resultado de 2007. As carnes foram responsáveis por 31,4% desse crescimento, seguida pelo complexo sucroalcooleiro com 40,5%. Fumo e derivados com 56,2%, e o café com 29,7%.

As condições que cercaram a realização da oitava edição do Top List não encontram similaridade em nenhum outro período, desde que ela foi criada, em 2001. 

Campo e motor - novinho em folha

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A paixão por tratores faz mecânico investir até 20 mil reais para revitalizar tratores das décadas de 50, 60 e 70. O trator é uma das máquinas mais usadas no campo e deve ter muita gente que não agüenta mais trabalhar em cima de uma dessas todos os dias. Por outro lado, há quem não viva sem elas. “Eu sou apaixonado por trator”.